Sem perspectivas, brasileiros desistem de procurar emprego

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De um total de 27,6 milhões de pessoas às quais falta ocupação no Brasil, 4,8 milhões são desalentados que deixaram de procurar emprego, segundo Pnad Contínua, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O IBGE informa que o número de desalentados bateu novo recorde ao atingir 4,8 milhões no 2º trimestre de 2018, com o acréscimo de 203 mil pessoas em relação ao 1º trimestre. Também o número de subocupados (quem trabalha menos horas do que gostaria) subiu para 6,5 milhões ante 6,2 milhões no primeiro trimestre do ano.
Segundo dados divulgados nesta quinta, dia 16, pelo IBGE, esse contingente de mais de 13% da população brasileira ociosa é composto pelos seguintes grupos de pessoas:
- 13 milhões de desempregados: pessoas que não trabalham, mas procuraram emprego nos últimos 30 dias;
- 6,5 milhões de subocupados: pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana, mas gostariam de trabalhar mais;
- 8,1 milhões de pessoas que poderiam trabalhar, mas não trabalham: este grupo inclui 4,8 milhões de desalentados que desistiram de procurar emprego e 3,3 milhões de pessoas que poderiam trabalhar, mas não o fazem por algum motivo, como deixar o emprego para cuidar do filho ou de algum familiar idoso ou doente, entre outros.
 

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