Desemprego atinge as regiões brasileiras desigualmente

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Os dados do desemprego são um retrato da persistente desigualdade regional no Brasil. Enquanto os três Estados da região Sul registram taxa abaixo de 10%, todos os estados do Nordeste apresentam índice de dois dígitos. A média do Brasil é de 11,9% no terceiro trimestre de 2018.
Segundo dados divulgados nesta quarta, dia 14, pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), dos cinco estados com piores índices de desemprego, quatro são nordestinos e um do Norte: Bahia (16,2%), Pernambuco (16,7%), Alagoas (17,1%), Sergipe (17,5%) e Amapá (18,3%).
Na outra ponta, figuram os seguintes estados com índices de desemprego bem abaixo da média nacional: Santa Catarina (6,2%), Mato Grosso (6,7%), Mato Grosso do Sul (7,2%), Rio Grande do Sul (8,2%) e Rondônia (8,6%).
MERCADO DE TRABALHO FORMAL
A desigualdade regional persiste também em relação ao mercado de trabalho formal. Segundo o IBGE, no 3º trimestre de 2018, 74,1% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, contra 75,3% no 3º trimestre de 2017. Ou seja, a formalização caiu 1,3 ponto percentual. Já os estados com maiores taxas eram Santa Catarina (88,4%), Rio Grande do Sul (82,8%) e São Paulo (81,1%), e as menores, Maranhão (51,1%), Piauí (54,1%) e Paraíba (54,9%).
Quanto ao trabalho sem registro em carteira cresceu 4,7% em relação ao trimestre anterior. Frente ao 3º trimestre de 2017, o crescimento foi de 5,5%, com o acréscimo de 601 mil pessoas. Os maiores índices foram registrados no Maranhão (48,9%), Piauí (45,9%) e Paraíba (45,1%), e as menores em Santa Catarina (11,6%) e Rio Grande do Sul (17,2%) e São Paulo (18,9%).
 

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