Crescem domicílios sem renda de trabalho

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No último trimestre de 2018, 22,2% dos domicílios não havia nenhuma pessoa que tivesse uma atividade remunerada, ante 21,5% no mesmo período em 2017. Antes da recessão, no fim de 2013, era de 18,6%.
Já os domicílios com renda muito baixa somam 30,1%. Isso significa que mais da metade dos domicílios (52,3% do total) não tem renda proveniente de trabalho ou renda baixíssima. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, dia 20, pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que fez o estudo com base na Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O estudo mostra ainda que a desigualdade salarial entre os domicílios continuam a crescer. No quarto trimestre de 2014, a média da renda domiciliar do trabalho para a faixa de renda alta era 27,8 vezes maior que a média da renda da faixa de renda muito baixa. Já no último trimestre de 2018, a média da renda domiciliar da faixa mais alta era 30,3 vezes maior que a mais baixa.

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