Por que vacinação é necessária para destravar economia e gerar emprego

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A semana começou agitada em relação à vacinação contra a Covid-19. Esta terça, dia 8, entrou para a história pelo início da imunização no Reino Unido, o primeiro país do Ocidente a colocar a vacinação em massa em prática. No Brasil a disputa política continuou a dominar o assunto. Na tarde desta segunda, dia 7, o governador João Doria anunciou que São Paulo iniciará a vacinação no dia 25 de janeiro. À noite, o Ministério da Saúde apressou-se a informar que está perto de fechar a compra de 70 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech.

Passado um ano desde que o novo coronavirus surgiu na China, a vacina tem sido a única esperança para deter a pandemia e recuperar a economia em todo o mundo. Atualmente, países europeus vivem a chamada segunda onda da pandemia. Os Estados Unidos, onde o presidente Donald Tump assumiu o negacionismo seguido aqui pelo presidente Jair Bolsonaro, vem registrando novos recordes de casos de infecção e de mortes dia após dia.

Por um programa nacional

O Brasil entrou na nova fase de crescimento da infecção pela Covid-19, antes mesmo de a primeira onda passar. A consequência dessa situação é clara. A economia fica travada e cresce a insegurança na população. Assim, 

governadores, secretários de saúde e parlamentares vêm pressionando o governo por um programa nacional, pois o Brasil é reconhecido mundialmente pelas grandes campanhas nacionais de vacinação. Tudo pelo SUS. 

Desemprego tende a crescer

A mais recente pesquisa da Pnad Contínua divulgada pelo IBGE indica que a taxa de desemprego ficou em 14,6% no trimestre encerrado em setembro, atingindo 14,1 milhões de pessoas. Esse índice deve continuar a aumentar, pois, sem crescimento da economia, não há geração de emprego, nem de renda.

Além do mais, até agora, apesar da pressão das centrais sindicais no Congresso Nacional pela manutenção do auxílio emergencial, tudo caminha para o fim desse benefício neste mês, deixando milhões de famílias sem renda. O Bolsa Família já voltou a ter 1 milhão de familias na fila de espera, voltando ao patamar do fim de 2019.

É óbvio que a vacinação em massa não vai resolver todos os problemas, mas é um passo necessário para que a pandemia não continue a assombrar de onda em onda.

Brasil precisa de várias vacinas

Pelas suas dimensões, diferenças regionais e pela população a ser imunizada, o Brasil precisará de várias vacinas. Dois imunIzantes estão em estágio avançado de testes no Brasil. A CoronaVac da chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan e a da AstraZeneca em conjunto com a Fiocruz. Tudo de que o Brasil não precisa é a politização, não abrindo mão das opções vacinais existentes no mercado.

 

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